quinta-feira, 16 de julho de 2009

GRIPE SUÍNA - A GRIPE H1N1

Dra. Ilma Therezinha dá palestra sobre a gripe H1N1 no Complexo Maçônico da Loja Jamil Kauss, quinta-feira, 09 de julho de 2009.

A Loja Maçônica Jamil Kauss N° 24 tomou iniciativa e convocou o Núcleo de Saúde Coletiva, para uma entrevista na Rádio 560, para orientação e esclarecimento a população, formando assim agentes Multiplicadores.

A Gripe Suina é uma doença que tem como conseqüência uma variante do vírus H1N1, a transmissão e a apresentação dos sintomas da gripe suina pode ocorrer através do contato com o animal e objetos contaminados. Sendo que surgiu uma nova variante, que pode ser disseminada entre humanos e esta causando uma epidemia no México. Desde o seu surgimento, a gripe já fez até agora 149 vítimas, e sob suspeita da doença o número é de 1600 pessoas, a organização de saúde Mundial, declarou que a doença já esta sendo uma emergência na saúde pública internacional. A gripe suina tem seu contágio através das vias aéreas, como a gripe comum, com contato diretamente ou indiretamente, por meio das mãos com objetos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente. A contaminação pela carne suína, esta descartada, desde que se cozinha a mesma à 71 graus Celsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.

Sintomas da Gripe Suína

Os sintomas são muito parecidos com a gripe comum, estão incluídos: febre alta, cansaço, dores musculares, tosse, fadiga, surgiram pessoas com vômitos e diarréias. Para os porcos já existem vacinas, mas para os seres humanos ainda não temos nada, e pode levar uns 6 meses para que isso ocorra. O medicamento oseltamivir segundo a OMS, mostrou eficiência nos primeiros testes contra o vírus H1N1, mas não se pode afirmar totalmente ainda tal efeito. O que podemos fazer é sempre estar lavando as mãos, mesmo porque temos que evitar as gripes comuns, que também pode trazer consequências. O governo deve ser rigoroso nos vôos vindo do exterior, certificando que nenhum passageiro, esteja contaminado, pois mesmo que os sintomas da gripe, não esteja aparente, temos que estar alerta por um período, pois algumas delas vieram de paises que já estão contaminados. Ter a lista de passageiros desse período, e verificar se após alguns dias no nosso país, nenhum deles esteja apresentando algum sintoma, é sempre bom estar em alerta e conscientizar a todos.


O que é a doença Gripe A?


Chamada popularmente de gripe suína, trata-se de uma doença respiratória que surgiu entre os porcos, provocada por um vírus influenza do tipo A, que ataca aves, suínos e humanos. Esses vírus têm alto poder de mutação e contaminação. Por isso, é mais letal que o da gripe comum.


Contágio da Gripe Suina
Esse vírus pode passar, por proximidade, dos porcos para os seres humanos. Pela tosse ou pelo espirro de pacientes infectados, a gripe pode ser transmitida entre as pessoas. Não há contaminação ao comer a carne de porco cozida (a 70°) porque os vírus da gripe suína são destruídos a essa temperatura.


Sintomas complemento da gripe


Os sinais são semelhantes aos da gripe comum, porém, mais agudos e incluem febre acima de 38°, moleza, falta de apetite e tosse. Coriza clara, garganta seca, náusea, vômito e diarréia também podem acontecer; assim como, dores de cabeça, irritação nos olhos e dor muscular e articular.


Fazer o diagnóstico
Só se consegue a certeza isolando-se o vírus influenza tipo A, analisando amostras respiratórias dos pacientes, nos primeiros 4 a 5 dias ou até 10 dias em crianças.

HUMOR MAÇÔNICO

1 - Um maçom recém elevado a Mestre, que diligentemente aceitava todas as funções e encargos que lhe eram destinados, estava tendo dificuldades para explicar isso a sua esposa, que lhe disse:
_ Tudo o que o seu Venrável precisa fazer é estalar os dedos e você corre a fazer o que ele lhe manda. Eu queria ser um Venerável também!
O marido pensou um pouco antes de responder:
_ Assim fosse, querida. Nós trocamos de Venerável todos os ano!



2 - O condenado foi levado ao patíbulo. O Carrasco pôs a corda ao redor do seu pescoço. O pobre indivíduo, à beira da morte, lamentou:
_ Eu não consigo entender! O policial que me prendeu era maçom. O promotor que me acusou era maçom. O juiz também era maçom e você é o 1° Vigilante da minha Loja. Que ironia, não?
_ Fique calmo, irmão! _ repondeu o carrasco.
_ É só avançar um passo com o seu pé esquerdo. . .

COMER PEIXE EMAGRECE
















terça-feira, 14 de julho de 2009

Renovação da Loja

Hoje é um dia especial para a Loja Maçônica Jamil Kauss, já que instalamos um novo Venerável Mestre na Cadeira de Salomão e isso significa o renovar da Loja.
O Venerável Mestre cessante deixa uma obra por todos reconhecida como notável e cujo contributo para a nossa ordem só pode ser motivo de satisfação e orgulho para os membros desta respeitável loja. Para ele, ficam os nossos agradecimentos e o nosso reconhecimento por um trabalho BEM FEITO.


Bem hajas, J:. P:. Antônio Paulo.

Para o novo Venerável (Antônio Paulo), ficam desde já os nossos votos de que consiga elevar ainda mais o nível dos trabalhos maçônicos que a R:. L:. vem realizando há já muitos anos, sendo que essa não é uma tarefa fácil, dada a herança que recebe. O Blogsite da Loja fica desde já e estará sempre "à tua Ordem".

CURIOSIDADES SOBRE A TOMADA DA BASTILHA I

Tomada da Bastilha

Apenas sete prisioneiros eram guardados pela fortaleza parisiense que serviu como prisão do Estado absolutista francês, desde Luís XIII (1610-1643). Mais do que a libertação dos presos, a queda da Bastilha serviu como marco do fim da era do Absolutismo em França, numa Revolução que foi caracterizada pelos ideais iluministas, sendo anunciada e defendida por filósofos como Voltaire, Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), Denis Diderot (1713-1784) entre outros. Liberdade, Igualdade e Fraternidade tornou-se o lema que motivava as ações do período do Terror, durante a reforma do Estado Francês.

Guilhotina
Segundo as anotações dos velhos marceneiros da história, as duas vigas verticais dessa máquina vingativa mediam 4,50 metros, e a separação entre uma e outra era de 37 centímetros. A lâmina pesava 7 quilos, era fixada por três esferas, (pesando 1 quilo cada uma) e presa num cabeçalho que por sua vez pesava 30 quilos, constituindo assim, um conjunto de 40 quilos, que percorria uma queda de 2,25 metros antes de cortar o pescoço do condenado. A viga esquerda da máquina pesava 69 quilos, a da direita, por conter o mecanismo de liberação da queda da lâmina, 73 quilos, totalizando, com a máquina já montada uns 580 quilos.

A guilhotina foi uma espécie de homenagem ao médico e deputado Joseph Guillotin (1738-1814), que considerava este método de execução mais humano do que o enforcamento ou a decapitação com um machado. Na realidade, a agonia do enforcado podia ser longa, e certas decapitações a machado não cumpriam seu papel ao primeiro golpe, o que aumentava consideravelmente o sofrimento da vítima. Guillotin estimava que a instantaneidade da punição era a condição necessária e absoluta de uma morte decente.Mas não foi ele o inventor desse aparelho de cortar cabeças, usado muitos séculos antes. Guillotin, na verdade, apenas sugeriu sua volta na Revolução Francesa como eficiente método de execução humana.

O Homem da Máscara de Ferro

O enigma do Máscara de Ferro jamais foi decifrado. Era um prisioneiro da Bastilha, com o rosto oculto sob uma máscara de ferro, ali recolhido para esconder segredos da poderosa monarquia francesa da época. Quando a Bastilha caiu em 1789, nada se encontrou que provasse sequer a própria existência do Máscara de Ferro. Apenas a memória dos carcereiros guardava a lembrança do misterioso personagem.

CURIOSIDADES SOBRE A TOMADA DA BASTILHA II

A Tomada da Bastilha:

Apenas a primeira mentira

Revolução Francesa - 14 de julho de 1789

mBastilha era uma bela fortaleza medieval. Hoje faria o encanto dos milhares de visitantes que, na Europa, fazem fila para conhecer castelos de outrora.

É por volta de 1380 que ela começa a proteger Paris. Desde o inicio de sua existência até 14 de julho de 1789, seu ultimo dia - talvez o mais glorioso de todos - ela inspirou confiança aos parisienses.

Há muito era ela a mais pacifica das prisões. Limpa, bem decorada: os condenados que quisessem podiam mudar-se para lá com seus criados e móveis. O governador, geralmente nobre de boa educação, tinha o hábito de convidar os presos à sua mesa. Aqueles que tinham cozinheiro próprio retribuíam a amabilidade pelo gosto da boa companhia e da conversa: falava-se sobretudo de filosofia e de negócios de Estado.

Tão pacifica era ela que os carcereiros eram geralmente inválidos de guerra: alguns sem braço, outros com perna de pau. Ninguém pensava em fugir. Quando no fatídico 14 de julho de 1789 foi traiçoeiramente invadida, ela encarcerava apenas sete prisioneiros. Era de fazer inveja à nossas prisões super lotadas nas quais os motins e as condições de vida desumanas ceifam tantas vidas.

Quem eram esses sete prisioneiros? Quatro falsários, notórios na praça; um jovem tarado sexual cuja família pedira ao Rei sua detenção; e dois loucos.
Como se deu sua tomada? À aproximação dos invasores o governador Launay desarmou a guarnição e os convidou a parlamentar. Durante as tratativas, Launay e seus homens foram trucidados. Sua cabeça posta na ponta de um varapau e conduzida pelas ruas de Paris. Dois soldados inválidos são enforcados e um terceiro tem as mãos decepadas. Era a primeira vez que a Bastilha via tanta atrocidade.
Este era apenas o primeiro ato de uma Revolução cujas conseqüências se estendem dramaticamente até nossos dias.

Para Meditar

Fazer por Merecer

Estava o Venerável Mestre em seu gabinete organizando a Ordem do dia com o Secretário, e o ágape para o final da reunião com o Mestre de Banquetes, quando Mário, um Obreiro sério, dedicado, cumpridor de seus deveres e já com seus vinte anos de Maçonaria se dirige ao
Venerável para fazer uma reclamação:
-- Venerável Mestre tenho trabalhado durante estes 20 anos na Loja com toda a dedicação e me sinto um tanto injustiçado. O Fernando está na Maçonaria e na Loja a pouco mais de três anos e foi convidado para compor a chapa oficial da Loja como 1º Vigilante; nunca me convidaram para o cargo de Vigilante; por que não mereço o cargo?.
O Venerável Mestre fingiu não ouvi-lo, o cumprimentou e disse:
-- Desculpe meu Irmão estou tratando da Ordem do Dia e organizando, também, o ágape. Foi bom você chegar; precisamos de um obséquio seu. Queremos oferecer na sobremesa de hoje algo diferente. Aqui na esquina há uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
O Mário, sem entender, saiu da sala e foi cumprir a missão a ele designada. Em cinco minutos estava de volta.
-- Como foi? perguntou o Venerável.
Suas ordens foram cumpridas, verifiquei, eles têm os abacaxis – respondeu Mário.
-- Quanto custam?
-- Isso eu não perguntei não.
-- Há outra fruta que possa substituir o abacaxi?
-- Também não sei, não.
Muito bem Mário, sente-se ali e me aguarde um pouco.
O Venerável mandou chamar o Fernando. Quando o Fernando chegou na sala o Venerável foi logo dizendo:
-- Fernando, queremos oferecer aos nossos Irmãos uma sobremesa diferente após o ágape de hoje. Aqui na esquina há uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Em oito minutos o Fernando estava de volta.
-- Como foi, Fernando? perguntou o Venerável.
-- Eles têm abacaxi sim. Têm em quantidade suficiente para todos os nossos Irmãos e, se precisarmos eles têm, também, laranja e banana.
-- E o preço? indagou o Venerável.
-- Bom, o abacaxi é vendido a três reais a unidade, a banana a dois reais a dúzia e a laranja a cinco reais a sacola com três dúzias. Como eu disse que a quantidade que queríamos era grande, eles me concederam um desconto de 10%. Deixei reservado o abacaxi. Caso o Venerável resolva,
eu confirmo.
Depois de agradecer ao Fernando pelas informações, o Venerável dispensou-o e voltou-se para o Mário, na cadeira ao lado:
-- Você falou alguma coisa quando entrou na sala... O que era mesmo?
-- Não era nada sério não, Venerável.