quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A Conduta do Maçom

Qual o estado de ânimo do maçom ao chegar a Loja?

1º - Cumprimentar seus irmãos com alegria e ser amável ao abraçar cada um, demonstrando a satisfação em participar daquela reunião.
2º - Se necessário, ajudar na preparação da loja e aproveitar a oportunidade para ensinar aos aprendizes os porquês de cada objetivo e seu significado.
3º - Procurar cumprir e estimular os Irmãos para que a reunião tenha início no horário previsto.
4º - Abandonar os problemas ditos "profanos" antes de entrar na sala dos passos perdidos.
5º - Tudo o que for realizar, faça com amor e gratidão, pois muitos desejariam estar participando e não podem.
Lembre-se: MAÇONARIA ALEGRE E CRIATIVA DEPENDE DE VOCÊ (SABER-QUERER- OUSAR-CALAR)

Voce pretende ir à Loja hoje?

1º - Sua participação será sempre mais positiva quando seus pensamentos forem mais altruísticos.
2º - Participação positiva será daquele que, com poucas palavras, conseguir contribuir muito para as grandes realizações.
3º - Ao falar, passe pelo crivo das "peneiras", seja sempre objetivo e verdadeiro em seu propósito. Peneiras: 1) Verdade 2) Bondade 3) Altruísmo.
4º - Às vezes um irmão precisa ser ouvido; dê oportunidade a ele para manifestar-se.
5º - Falar muito quase sempre cansa os ouvintes e pouco se aproveita. Fale pouco para que todos possam absorver algo de importante e util que você tenha a proferir.

Entendendo meus irmãos.

1º - Eu não posso e não devo fazer julgamentos precipitados daqueles que comigo convivem.
2º - Estamos todos na escola da vida aprendendo a relacionar-nos uns com os outros, e o discernimento é diferente de pessoa para pessoa.
3º - Quanta diversidade existe nas formações individuais. Desejar que o meu Irmão pensa como eu é negar a sua própria liberdade. Caso deseje fazer proposta, primeiro converse com o secretário da Loja e verificar se o assunto é pertinente ao momento da Sessão.
4º - Temos a obrigação de orientar, ensinar, mas nunca impor pontos de vista pessoais inerentes ao nosso modo de ver, sentir e reagir.
5º - Não é por acaso que nos é sempre cobrada a tolerância. Devo aprender a ser tolerante primeiro comigo mesmo e, então, estende-la aos demais.

Dia de reunião! Voce já sabe o que tem a fazer?

1º - Hoje é dia de reunião, vou dar uma lida no meu ritual para não esquecer os detalhes!
2º - Mesmo que eu já saiba de cor o ritual, não devo negligenciar meu cargo ou minha função em Loja.
3º - Se o irmão cometer alguma falha, corrija: se possível, com discrição, sem fazer disso motivo de chacota e gozação.
4º - Quando a cerimônia é desenvolvida por todos de forma consciente e com amor, todo o ambiente reflete a atmosfera de paz e tranqüilidade entre todos.
5º - O ritual deve ser cumprido em todos os seus detalhes. Quando participado com boa vontade, tudo fica mais belo, sem falhas, sem erros, proporcionando um bem estar geral.

Como devo me apresentar em loja?

1º - O templo é o lugar onde acontece a reunião dos Irmãos imbuídos do desejo de evoluir e contribuir para a evolução dos demais.
2º - Valorizar a reunião, apresentar-se com sua melhor roupa, ou seja: Despido de toda maldade, manter os pensamentos nobres e altruísticos, valorizando cada Irmão e cumprindo com todas as regras existentes.
3º - Traje limpo, com bom aspecto, revela a personalidade de quem o usa e influenciará diretamente no relacionamento entre os participantes daquela reunião. Tomemos cuidado, pois!
4º - Aquele que é fiel no pouco será fiel no muito, aquêle que é infiel no pequeno será igualmente infiel no grande. Cuidado com os relapsos, eles não respeitam nem a si próprio!
5º - Bom seria que todos fossem responsáveis; cabe a cada um de nós criticar construtivamente, visando sempre ao progresso do Irmão imaturo cujo comportamento nos causa constrangimento.

Elegância.

1º - Como é gratificante constatarmos a elegância de um Irmão; verificar em seu comportamento a expressão de uma educação fina e irrepreensível.
2º - É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
3º - A elegância deve nos acompanhar desde o acordar até a hora de dormir; devemos manifestá-la sempre, nos mais simples relacionamentos, onde não existam fotógrafos nem câmeras de televisão.
4º - Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando para só depois mandar dizer se atende.
5º - Se os amigos, os Irmãos, não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfruta-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe, não é frescura. É A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO. ..

O Iniciado

1º - Quando vossos olhos se abriram para a verdadeira luz, uma infinidade de objetos, novos para o vosso entendimento, atraiu a vossa atenção.
2º - As diversas circunstâncias que rodearam a vossa recepção, as provas a que fostes submetidos, as viagens que vos fizeram efetuar e os adornos do templo em que vos encontraste, tudo isso reunido deveria ter excitado a vossa curiosidade, e para satisfazê-la não há outro caminho senão o da busca do conhecimento e da verdade.
3º - A maçonaria, cuja origem se perde na noite dos tempos, teve sempre por especial escopo agremiar todos os homens de boa vontade que, convencidos da necessidade de render sincero culto à virtude, procuram os meios de propagar o que a doce e sã moral nos ensina.
4º - Como esses homens desejam trabalhar nessa obra meritória com toda tranqüilidade, calma e recolhimento, reúnem-se para isso nos Templos Maçônicos.
5º - Os verdadeiros Maçons trazem constantemente na sua memória não somente as formas gráficas dos símbolos maçônicos, como, e muito principalmente, as grandes verdades morais e científicas que os mesmos representam. Sejamos então todos verdadeiros.

Livre e de bons costumes.

1º - Para que um candidato seja admitido à iniciação, a maçonaria exige que ele seja "livre e de bons costumes".
2º - Existindo os servos, durante a idade média, todas as corporações exigiam que o candidato a Aprendiz para qualquer ofício tivesse nascido livre", visto que, como servo ou escravo, ele não era dono de si mesmo.
3º - De bons costumes por ter orientado sua vida para aquilo que é mais justo, mais elevado e perfeito.
4º - Essas duas condições tornam o homem qualificado para ser maçom e com reais possibilidades de desenvolver- se a fim de tornar-se um ser perfeito.
5º - Verdadeiro Maçom é: "Livre dos preconceitos e dos erros, dos vícios e das paixões que embrutecem o homem e fazem dele um escravo da fatalidade.

O que não devo esquecer.

1º - A maçonaria combate a ignorância, de todas as formas com que se apresenta.
2º - Devo cultivar o hábito da leitura para enriquecer em conhecimento, ajudar de forma consciente todos aqueles que estão a minha volta.
3º - Estar atento e lembrar sempre a meus irmãos que um maçom tem de ter uma apresentação moral, cívica, social e familiar sem falhas ou deslize de qualquer espécie.
4º - Não esquecer: as palavras comovem, mas os exemplos arrastam! Tenho, como Maçom que sou, de servir sempre de exemplo, em qualquer meio que estiver.
5º - Lutar pelo princípio da eqüidade, dando a cada um, o que for justo, de acordo com a sua capacidade, suas obras e seus méritos.

O tronco de beneficência.

1º - Possui várias denominações, como: Tronco de solidariedade, de Beneficência, dos Pobres, da Viúva, etc.
2º - A segunda bolsa é conduzida pelo Hospitaleiro, que também faz o giro, obedecendo a hierarquia funcional; oferece a bolsa aos Irmãos sem olhar para a mão que coloca o óbolo.
3º - Contribuir financeiramente para a beneficência é um dos deveres mais sérios de todo maçom, uma vez que, junto com o seu óbolo, lança os "fluidos espirituais" que o acompanham, dando afinal muito mais que os simples valores materiais.
4º - "Mais bem aventurado é o que dá, do que o que recebe", é um preceito bíblico que deve estar sempre em nossa mente.
5º - Quando colocamos o nosso óbolo, devemos visualizar o destinatário, enviando-lhe nosso carinho e votos de prosperidade.
Simples, não ? por quê alguns complicam tanto a nossa Sublime Instituição ? caso algum Ir.'. tenha a resposta, envie por e-mail !

TFA

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Advogado: Doutor por excelência



Parabéns Pelo Seu Dia


O Direito é a ciência das normas que regulam as relações entre os indivíduos na sociedade. Quando essas relações não funcionam dentro das normas estabelecidas, entra o trabalho do advogado, que é o de nortear e representar clientes em qualquer instância, juízo ou tribunal. Advogar é uma das opções do bacharel em Direito. A outra é a carreira Jurídica. O advogado pode defender interesses de pessoas ou de instituições, privadas ou públicas. Pode especializar-se em Direito Administrativo, Civil, Comercial, da Criança e do Adolescente, Ambiental, Internacional, Penal ou Criminal, Trabalhista ou Previdenciário e Tributário.

O título de doutor foi concedido aos advogados por Dom Pedro I, em 1827. Título este que não se confunde com o estabelecido pela Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), aferido e concedido pelas Universidades aos acadêmicos em geral.

A Lei de diretrizes e bases da educação traça as normas que regem a avaliação de teses acadêmicas. Tese, proposições de idéias, que se expõe, que se sustenta oralmente, e ainda inédita, pessoal e intransferível. Assim, para uma pessoa com nível universitário ser considerada doutora, deverá elaborar e defender, dentro das regras acadêmicas e monográficas, no mínimo uma tese, inédita. Provar, expondo, o que pensa.

A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: “ cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”. A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ.

A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOAB – Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país. Ademais, a referida legislação Imperial estabelece que o título de Doutor é destinado aos bacharéis em direito devidamente habilitados nos estatutos futuros. Sendo assim, basta tecnicamente para ostentar o título de Doutor, possuir o título de bacharel em direito e portar a carteira da OAB, nos termos do regulamento em vigor.

O título de doutor foi outorgado pela primeira vez no século XII aos filósofos – DOUTORES SAPIENTIAE, como por exemplo, Santo Tomás de Aquino, e aos que promoviam conferências públicas, advogados e juristas, estes últimos como JUS RESPONDENDI. Na Itália o advogado recebeu pela primeira vez título como DOCTOR LEGUM, DOCTORES ÉS LOIX. Na França os advogados eram chamados de DOCTORES CANONUM ET DECRETALIUM, mais tarde DOCTORES UTRUISQUE JURIS, e assim por diante em inúmeros outros países. Pesquisa histórica creditada ao digníssimo Doutor Júlio Cardella (tribuna do Advogado, 1986, pág.05), que considera ainda que o advogado ostenta legitimamente o título antes mesmo que o médico, uma vez que este, ressalvado o seu imenso valor, somente recebeu o título por popularidade.

E mais além, para àqueles que a Bíblia detém alguma relevância histórica, são os juristas, àqueles que interpretavam a Lei de Móises, no Livro da Sabedoria, considerados doutores da lei.

Não obstante, o referido título não se reveste de mera benesse monárquica. O exercício da advocacia consubstancia-se essencialmente na formação de teses, na articulação de argumentos possíveis juridicamente, em concatenar idéias na defesa de interesses legítimos que sejam compatíveis com o ordenamento jurídico pátrio. Não basta, portanto, possuir formação intelectual e elaborar apenas uma tese. “Cada caso é um caso”. As teses dos advogados são levadas público, aos tribunais, contestadas nos limites de seus fundamentos, argumentos, convencimento, e por fim julgadas à exaustão. Se confirmadas pela justiça, passam do mundo das idéias, para o mundo real, por força judicial. Não resta dúvida que a advocacia possui o teor da excelência intelectual, e por lei, os profissionais que a exercem devem ostentar a condição de doutores. É o advogado, que enquanto profissional do direito, que deve a si mesmo o questionamento interior de estar à altura de tão elevada honraria, por mérito, por capacidade e competência, se distinto e justo na condução dos interesses por Ele defendido. Posto que apreendemos no curso de direito que uma mentira muitas vezes dita aparenta verdade. Mas na sua essência será sempre mentira.

Não é difícil encontrar quem menospreze a classe dos advogados, expurgando dos seus membros o título legítimo de Doutor. Mas é inerente a capacidade intelectual compreender que o ignorante fala, e só, nos domínios dos conhecimentos seus, e, portanto, não detém nenhum domínio. Apenas energia desperdiçada inutilmente! A jóia encravada no seu crânio é estéril.

As razões de direito e argumentos jurídicos aduzidos, fincam convicção de que ostentar o título de doutor, para o advogado é um direito, e não uma mera benevolência. Tal raciocínio nos conduz a conclusão de que o título acadêmico e o título dado à classe advocatícia não se confundem, possuem natureza diversa. E sustentar qualquer um dos dois é sem dúvida um ato de imensa coragem e determinação. Exige do ser humano o mínimo de capacidade intelectual em concatenar idéias, assimilar conhecimentos, fatos e atos, correlacionar, verbalizar, o todo, a parte… etc. Melhor ir além…e no caso do advogado, sem dúvida, exige mais… independência de caráter, isenção, continuidade, credibilidade, responsabilidade. Aos doutores advogados por tanto e tanto, deve-se, seguramente, elevada estima e grande consideração, por entregarem suas vidas profissionais à resolução de conflitos de interesses, dando muitas vezes a casos insolúveis, admirável solução.

Fonte: www.oab.org.br

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Os 5 Estágios de Uma Vida Maçônica

Existem cinco estágios em uma vida maçônica.




O primeiro estágio é aquele em que um profano é iniciado, e quase ninguém na potência e ou nas lojas Irmãs sabe o nome dele.

No segundo estágio, o Irmão começa a ficar conhecido dentro da(s) Loja(s) e seu sobrenome passa a ser o nome da Loja que pertence.

Por exemplo, José Gripino da Loja “ Progresso”.

No terceiro estágio, o Irmão passa a ser conhecido fora da Loja e na sociedade maçônica , e o nome da Potência se transforma em sobrenome.

Ex.: José Gripino do GOB

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele.

Ex...: José Gripino, Venerável da Loja Progresso do GOB

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Irmãos que mal conhecem o Irmão José Gripino passam a se referir a ele como "o meu Irmão José Gripino, Venerável da Loja Progresso do GOB ".

Esse é o momento em que um Irmão se torna, mesmo contra sua vontade, um "Irmão profissional”.

Existem algumas diferenças entre um Irmão que é irmão e um Irmão profissional.
Irmãos que são Irmãos trocam sentimentos. Irmãos profissionais trocam elogios.
Uma irmandade dura para sempre..

Uma irmandade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Irmãos de verdade perguntam se podem ajudar.

Irmãos profissionais solicitam favores.

Irmãos de verdade estão no coração.

Irmãos profissionais estão em uma planilha..

É bom ter uma penca de Irmãos profissionais.

É isso que, hoje, chamamos relacionamento, um círculo na irmandade puramente profissional.

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Irmãos profissionais são necessários.

Irmãos de verdade, indispensáveis.

Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos irmãos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que nos aceitaram ou que aceitamos quando a irmandade era coisa de início e ainda não éramos conhecidos pelo nome, somente como um Amigo que se tornou Irmão....

"Quando você ajuda alguém a subir a montanha, alcança o topo também."

ACÁCIA AMARELA

“Ela é tão linda é tão bela, aquela acácia amarela que a minha casa tem, aquela casa direita, que é tão justa e perfeita, onde eu me sinto tão bem. Sou um feliz operário, onde aumento de salário, não tem luta nem discórdia, ali o mal é submerso, o Grande Arquiteto do Universo, é harmonia, é concórdia. É harmonia, é concórdia".



“Acácia Amarela” foi gravada em 1982 em homenagem à maçonaria, composta pelos maçons Luiz Gonzaga Nascimento e Orlando Silveira Oliveira Silva. Luiz Gonzaga, um dos baluartes da música popular brasileira, nascido em 13 de dezembro de 1912, na fazenda Caiçara, município de Exu, sertão de Pernambuco, filho de Januário, lavrador e sanfoneiro e de dona Santana, iniciou na Loja Maçônica “Paranapuã”, sediada na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, em 03 de abril de 1971. Faleceu em 02 de agosto de 1989, com 77 anos. Orlando Silveira Oliveira Silva, nascido em 27 de maio de 1925, formado em Direito, regente, arranjador, compositor e acordeonista, com prêmio internacional de arranjo, foi recebido na Loja Maçônica “Adonai”, Rio de Janeiro, em março de 1974.
O Rei do Baião elaborou a letra e o tema musical, com sugestões e harmonização de Orlando Silveira, música incluída no CD “O eterno cantador”, com arranjo de Orlando Silveira e vocal de Luiz Gonzaga. É uma composição que identifica e retrata uma loja maçônica, (aquela casa direita que é tão justa e perfeita, onde eu me sinto tão bem). A inspiração poética acontece fortemente quando enfoca a árvore acácia amarela e sua casa (loja maçônica), concluindo, (ela é tão linda e tão bela, aquela acácia amarela que a minha casa tem).




Na sequência traz para seu texto profundamente representativo e simbólico, o maçom como operário, como pedreiro, como construtor de um mundo novo, tolerante e pacificador, que no seu progresso espiritual como pessoa e ser humano recebe o aumento de salário, (sou um feliz operário, onde o aumento do salário não tem luta nem discórdia). Para concluir busca Deus, que é o grande construtor do mundo, para nós maçons, Grande Arquiteto do Universo, finalizando uma das mais belas poesias e página musical da literatura brasileira, reafirmando que na loja maçônica o mal é submerso, com harmonia e concórdia, (ali o mal é submerso, o Grande Arquiteto do Universo, é harmonia e concórdia. É harmonia e concórdia).
No decorrer de sua vida, Luiz Gonzaga simbolizou o que melhor se tem da música nordestina, representada pela sanfona e o chapéu de couro. O velho Lua, como também era chamado, teve uma carreira consolidada e reconhecida, com seu som agreste atravessando barreiras e apreciado pelo povo, que expressava através de sua voz suas dores e seus amores.
Foi a representação da alma de um povo, alma do nordeste, cantando sua história, com simplicidade e dignidade.
A acácia é uma árvore leguminosa de madeira dura. Algumas espécies produzem goma-arábica e outras fornecem fruto comestível, tanino e madeira de grande valor. Todas produzem flores perfumadas brancas ou amarelas, sendo muito utilizadas como adorno. Existem quase 400 variedades presentes no mundo todo, como árvore universal.
No Egito as acácias eram árvores sagradas e tinham um nome hieroglífico de “shen”. Para a fraternidade Rosa Cruz, a acácia foi a madeira usada na confecção da cruz em que Jesus foi executado.

Segundo tabernáculo hebraico, eram feitos de madeira de acácia, a Arca da Aliança (Êxodo, 25-10), a mesa dos pães propiciais (Êxodo, 25-23) e o altar dos holocaustos (Êxodo, 27-1).
É planta símbolo por excelência da maçonaria, representando segurança, clareza, inocência e pureza, para uma nova vida e ressurreição para uma vida futura. Os povos antigos tiveram respeito extremado pela acácia, chegando a ser considerada um símbolo solar porque suas folhas se abrem com a luz do sol do amanhecer e fecham-se ao ocaso. Entre os árabes, na antiga Numídia, seu nome era houza e acredita-se ser a origem de nossa palavra maçônica “huzze”

Na Bíblia, algumas afirmativas “Farás o altar de madeira de acácia; farão uma arca de madeira de acácia; farás uma mesa de madeira de cetim.” A Bíblia é rica de alusões do uso da madeira de acácia, dando para ela usos sagrados. Moisés, a pedido do Senhor, ordenou seu povo enquanto descansava no deserto ao pé do Sinai, que usassem a acácia na fabricação do tabernáculo e dos móveis nele usados, a Arca da Aliança, mesa dos pães da proposição, os adornos e outros.
Do maçom, que conhece a Acácia é esperada uma conduta pura e sem máculas. Estima-se que em 1937 a acácia nasce em nosso simbolismo, sendo a consciência da vida eterna. O galho verde no mistério da morte é o emblema do zelo ardente que o maçom deve ter pela verdade e a justiça, no meio dos homens corruptos que se traem uns aos outros.
Aos amigos que me distinguem com a leitura dos artigos publicados no Diário da Manhã, aos sábados, muito agradeço e os convido para terem a mesma emoção que tenho, quando acesso meu computador e na voz de Luiz Gonzaga, o meu coração é tocado com a música “Acácia Amarela”.
Obrigado Irmão Lua. Você fez a alegria na terra. Que Deus o tenha para sempre.

(Barbosa Nunes, advogado, ex-radialista, delegado de polícia aposentado, professor e Grão-Mestre do Grande Oriente do Estado de Goiás – barbosanunes@terra.com.br)

WALTER BAPTISTA DE BRAGANÇA


89 anos de vida dos quais 50 anos
dedicados à Maçonaria Universal



O Irmão Walter Baptista de Bragança é um dos elos fortes da Loja Jamil Kauss N° 24, um irmão bastante conhecido na região, uma pessoa que angariou simpatia por onde passou. Maçom, cumpridor fiel dos seus deveres, exemplo de esposo, pai, avô e amigo.

Irmão Walter, os laboriosos OObr.’.da ARLS Jamil Kauss N° 24, assim como toda a Maçonaria da Região dos Loagos prestam-lhe justa homenagem pela passagem dos seus 89 anos de existência.
Hoje estamos comemorando os seus 89 anos de vida juntos a todos os OObr e familiares.

O Grande Arquiteto do Universo, na Sua Suprema Sabedoria, é maravilhoso, pois nos dá amor refletido em várias formas de expressão, dentre estas o Amor Fraternal que nos conduz na seara Maçônica, que aquece nossas vidas e nos faz dar os parabéns a um Irmão tão especial como você.

Um sensacional Irmão.

Um Mestre por excelência, que faz a todos que vivem a sua volta, se orgulhar de ser seu Irmão.

Riso largo, passo firme e coração aberto.


Continue assim, Irmão Walter. Feliz Aniversário Irmão!
Humberto Siqueira Cardeal MI



Caro irmão semeie sempre, as boas sementes são abundantes e germinam facilmente, com um pensamento , um gesto, um sorriso, uma palavra de amizade, um aperto de mão.
Basta algumas atitudes que nada custam para ser sempre um ser humano de valor e de muitas qualidades.
Feliz aniversário hoje e também a cada dia de sua vida preciosa não faça nada em sua vida por uma mera obrigação, sinta prazer em tudo que realizar sempre com interesse, com atenção, como quem encontra no que faz um motivo maior para ser feliz.
Eu conto com a sua capacidade de pensar melhor, de fazer melhor e fazer sempre o melhor.

Feliz Aniversário Meu Irmão!


Amauri Braga de Figueiredo
Ven Mestre

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Alagoas

O estado de Alagoas está atualmente posicionado como o terceiro destino turístico mais procurado no Brasil. Nada mais justo, uma vez que a natureza foi muito generosa com essa região. Suas mais belas praias são enfeitadas com coqueiros e mangues, banhados por um mar belíssimo de águas sempre mornas e cristalinas, alternando entre as cores verde e azul. Algumas das praias ainda são primitivas e suas águas surpreendem de tão transparentes, o que destaca ainda mais as maravilhosas piscinas naturais da região. Como se não bastassem as belezas naturais, a região ainda representa um dos pólos turísticos mais importantes do folclore Brasileiro, incluindo também um rico patrimônio histórico-cultural.

Maceió de Mis Amores

Lembranças felizes


Li algures que uma forma de trazer felicidade ao nosso dia-a-dia, é recordarmo-nos de momentos felizes já passados. Isto não significa (de todo), desistir do presente e do futuro. Trata-se simplesmente de uma técnica (comprovada por estudos científicos) em que uma forma de trazer felicidade ao nosso quotidiano, é recordar momentos de felicidade.

Então e que recordações nos poderão proporcionar alegria? Basta imaginar os pensamentos que alguém teria no seu leito de morte. Será que diria: "Bolas! Devia ter trabalhado 50 horas por semana, ao invés de 40. Isso ter-me-ia feito feliz". "Se calhar fiz bem em desperdiçar o meu tempo, horas e horas consecutivas a ver televisão", ou ainda "Que bom que gastei dinheiro na minha liquidificadora, nos meus vinte pares de calças, em todo aquele material de escritório que nunca usei e que me atafulharam a casa"? Não me parece que seriam estes os últimos pensamentos de quem quer que seja.

As melhores lembranças são por vezes as coisas mais simples e banais que ocorrem no nosso dia-a-dia (às quais nem sempre damos o devido valor): os momentos que passamos com a nossa família, aquela viagem de sonho que aguardámos com tanta ansiedade, as noites de Natal da nossa infância, aquelas vezes em que o nosso filho/neto(a) nos surpreende com um ramo de flores...

São momentos como estes, que nos fazem sorrir, que devemos inclusive promover no presente, para adquirirmos cada vez um maior reportório de memórias felizes.