sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O FANTASMA DO TRAIDOR JUDAS NOS RONDA

O Síndrome do Pinóquio

Morte Civil (É o desprezo total que os Maçons votam a um Irmão perjuro). – É o que devemos fazer a quem trai a Maçonaria, a quem traiu seu Juramento, feito em Loja Maçônica, com a mão sobre o Livro da Lei . Um Mestre Instalado - um irmão transviado. Que vergonha!

Meus irmãos! Cavemos masmorras ao vício. Cavemos masmorras afetiva ao coveiro de avental. A estes, os perjuros, que receba o castigo de natureza moral, o desprezo, e nunca mais do que isso. O irmão perjuro não pode cingir seu avental, porque ele está enlameado.

A humanidade sempre foi repleta de desencontros. A vaidade exarcebada do Ser Humano sempre levou e ainda tem levado homens e mulheres a buscarem, em primeiro lugar, as conquistas pessoais, em detrimento do bem comum, pois a estes o que verdadeiramente importa são as honrarias e o poder, custe o que custar - perderíamos horas citando exemplos. Quantas divisões, quantas separações, quantas dispersões em nome de um poder sem limites. Infelizmente poucos são aqueles que se dispõem a somar. Preferem, sempre, dividir em prol de um espúrio e nefasto projeto de dominação pessoal.

Em nosso meio não tem sido muito diferente. Quantos que da boca para fora se dizem Irmãos fraternos, mas, agindo na obscuridade, articulam a divisão e o enfraquecimento de sonhos, de idéias, de projetos e de realizações. Quantos se oferecem, antecipando fatos, para a ocupação de cargos, seja em Loja, seja na própria Potência a que pertencem.

Meus caros, é muito fácil dividir, dispersar esforços e desagregar pessoas, tirando do foco uma Instituição, mesmo sendo ela tão consolidada como a nossa Sublime Ordem. A ânsia pelo poder, a obsessão por cargos e o desejo de aparecer fazem com que Irmãos deixem-se levar pela vaidade e pela soberba, passando por cima de princípios e colocando em risco projetos bem embasados e estruturados - é o eterno recomeço das coisas, como acontece frequentemente no mundo da política profana. Como acontece todos os dias em nosso amado Brasil.

A Maçonaria espera que tenhamos a vontade e a disposição para somarmos forças em prol de um projeto maior e que agregue valor à vida e ao caminhar maçônico, possibilitando o crescimento e o fortalecimento de nossas bases, de nossas relações internas e externas e, sobretudo, de nossa estrutura humana e social. É por isso que vejo com muita tristeza, fatos que apontam para um rumo diferente, na medida em que falta paciência, prudência, serenidade e, em especial, discernimento acerca do que venha ser o papel de um Maçom na busca da construção e fortalecimento de relações sinceras, leais e éticas.

Não podemos agir pautados no interesse pessoal. Isso é jogar na vala comum os Sãos Princípios que norteiam a vida maçônica. Não é isso que a Maçonaria espera de nós, muito pelo contrário, ela espera que sejamos leais a um Jur.'. Sagr.'. e Solene que um dia livremente prestamos diante de nós mesmos, de outros homens e sob a Vigilância Divina do Grande Arquiteto do Universo - a consciência de quem for perjuro será o juiz que atormentará a sua mente, o seu coração e a sua alma, até que o tempo que lhe foi concedido para refletir e crescer, esteja esgotado.

A Maçonaria chora quando um filho seu, em nome da vaidade e do poder, tenta desagregar um trabalho que vem sendo realizados com dedicação e zelo. Em especial quando esse trabalho começa a agregar valor às atividades das Lojas e de todos os entes que as cercam, inclusive os familiares dos Obreiros que delas fazem parte. Precisamos atender a todos com presteza, carinho e consideração, não medindo esforços para darmos o melhor de nós, em prol de causas justas e perfeitas.

Meus Estimados e Amados Irmãos, a Maçonaria espera que sejamos MAÇONS. E, Maçom é aquele que procura, sempre, somar em prol do bem comum, de forma serena, prudente e harmoniosa. É nessa Maçonaria que esse Irmão que vós escreve acredita, e essa a Maçonaria que eu pratico, defendo e prego.

Um Tríplice e Fraternal Abraço,

A janela e o espelho


Certa vez um jovem muito rico foi procurar um rabi para lhe pedir um conselho porque toda sua fortuna não era capaz de lhe proporcionar a felicidade tão sonhada. Falou da sua vida ao rabi e pediu a sua ajuda.
O sábio o conduziu até uma janela e pediu para que olhasse para fora com atenção e perguntou:
- O que você vê através do vidro, meu rapaz?
- Vejo homens que vêm e vão, e um cego pedindo esmolas na rua, respondeu o moço.
Então o homem lhe mostrou um grande espelho e novamente o interrogou:
- O que você vê neste espelho?
- Vejo a mim mesmo, disse o jovem prontamente.
E o sábio continuou com suas lições preciosas:
- E já não vê os outros, não é verdade? observe que a janela e o espelho são feitos da mesma matéria prima: o vidro. Mas no espelho há uma camada fina de prata colada ao vidro e, por essa razão, você não vê mais do que sua própria pessoa.
Fez uma pausa e continuou:
- Se você se comparar a essas duas espécies de vidro, poderá retirar uma grande lição. Quando a prata do egoísmo recobre a nossa visão, só temos olhos para nós mesmos e não temos chance de conquistar a felicidade efetiva. Mas quando olhamos através dos vidros limpos da compaixão, encontramos razão para viver e a felicidade se aproxima.
Por fim, o sábio lhe deu um simples conselho:
Se quiser ser verdadeiramente feliz, arranque o revestimento de prata que lhe cobre os olhos para poder enxergar e amar os outros. Eis a chave para a solução dos seus problemas.
Se você também não está feliz com as respostas que a vida tem lhe oferecido, talvez fosse interessante tentar de outra forma. Muitas vezes, ficamos olhando somente para a nossa própria imagem e nos esquecemos de que é preciso retirar a camada de prata que nos impede de ver a necessidade à nossa volta.
Quando saímos da concha de egoísmo, percebemos que há muitas pessoas em situação bem mais difícil que a nossa e que dariam tudo para estar em nosso lugar.
E quando estendemos a mão para socorrer o próximo, uma paz incomparável nos invade a alma. É como se Deus nos envolvesse em bênçãos de agradecimento pelo ato de compaixão para com seus filhos em dificuldades, afinal, quem acende a luz da caridade, é sempre o primeiro a beneficiar-se dela.
E a caridade tem muitas maneiras de se apresentar:
Pode ser um sorriso gentil...
Uma palavra que anima e consola...
Um abraço de ternura...
Um aperto de mão...
Um pedaço de pão...
Um minuto de atenção...
Um gesto de carinho...
Uma frase de esperança...
E quem de nós pode dizer que não necessita ou nunca necessitará dessas pequenas coisas não é verdade? portanto vamos aproveitar e doar um pouco do muito que temos: Amor, Alegria, Paz e e os nossos bons sentimentos.

Autor: Desconhecido

AMOR MAIÚSCULO


Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida... Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá. Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado. Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.
- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece. Estranhando, lhe perguntei:
- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?
Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse:
- É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu, contudo, sei muito bem quem é ela.
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei: essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.

(Desconheço o Autor)


NOTA DO BLOG: "O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico. O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."

DECLARAÇÃO PARA MEUS IRMÃOS


(de forma bem mineira )


Ceis são o colírio do meu ôiu.
São o chicrete garrado na minha carça dins.
São a maionese du meu pão.
São o cisco no meu ôiu (u ôtro ôiu - eu tenho dois).
O limão da minha caipirinha.
O rechei do meu biscoito.
A mastumate do meu macarrão.
A pincumel do meu buteco.
Nossinhora!
Gosto dimais daconta docêis, uai.
Ceis são tamém:
O vidiperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscodidente.
Ói proceis vê,
quem tem amigo assim, tem um tisôru!
Eu guárdesse tisôro, com todo carinho,
Du Ladisquerdupeito !!!
Dendu Meu Coração!!!
AMOCÊIS PADANÁ!!!


Abraços a todos os irmãos reais e virtuais. A todos os que visitam nosso blog. A todos os que gostam e aos que não gostam também. Amoceis di montão!!!

Qual é a Melhor Religião?


Diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama.

De todas as intolerâncias que pairam nessa nossa escola chamada Terra, talvez a mais absurda seja a Intolerância religiosa. Ainda hoje persistem as discussões estéreis sobre qual Deus é melhor: o Seu ou o Meu? E sob este pretexto insano muito se mata e muito se morre no mundo contemporâneo. Segue uma linda reflexão sobre o tema, do arsenal inesgotável dos e-mails recebidos:
A resposta do Dalai Lama é perfeita. Pena que os milhões de adeptos de várias religiões que existem no planeta não pensem assim e continuem se matando.

Frei Leonardo Boff explica:

No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga:

"Santidade, qual é a melhor religião?"

Esperava que ele dissesse:

'É o budismo tibetano' ou 'São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.'

O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta, e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. "
"É aquela que te faz melhor."

Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:

"O que me faz melhor?"

Respondeu ele:

- 'Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável. A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...'

Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A Vida é Uma Viagem de Trem

Mensagem envida pelo Irmão
José Atílio de Oliveira Souto



Dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques.
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.
Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.
Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.

Autor Desconhecido


Hoje, há quase 2 anos e 4 meses, desembarcou um amigo querido. Ele resolveu descer algumas estações antes da parada final. Talvez estivesse cansado da viagem, ou tenha achado que poderia encontrar a felicidade num destino desconhecido. Sua nova vida será difícil, sua adaptação talvez lhe traga dor, mas... continuo nesta viagem, sentindo saudades dele e torcendo para que encontre um dia a paz e a felicidade. Até um dia... meu pai!

Beijos e saudades.

Os Maçons, os Rituais e os Boencos de Manequim

Eminente Grão-Mestre Eduardo Gomes de Souza


Essa é a grande questão! Uma hora são impostos determinados procedimentos porque assim era no passado, em outras são determinados novos procedimentos, em detrimento do que vem sendo praticado a longo tempo. Assim não se sabe mais o que é ou não tradição realmente! A ritualística hoje praticada no REAA não tem mais quase nada com a que era praticada quando fui iniciado.
Os Irmãos afirmam que as práticas ritualísticas no passado eram muito simples, fundamentando essa opinião em antigos Rituais, datados do século XVII e XIX, mas eles não sabem ou não querem saber, que naquela época esses documentos eram ‘Reguladores’ e não ‘Rituais’ como são os de nossos dias, isso dentro de uma tradição inglesa de que Maçonaria se aprende, se faz e se pratica dentro de Loja. Portanto, os ‘Reguladores’, como o próprio termo diz, eram apenas para regular, ou seja, para evitar o distanciamento de um padrão mínimo, e não tinham o objetivo, introduzido pela ‘Maçonaria Latina’, de fazer com que até o eventual atchim! do VM fosse protegido com a mão direita ou a esquerda.
Se nós ficarmos continuamente discutindo se o óbolo é colocado no saco com a mão direita ou esquerda, e ‘saindo de lona’ ou com 1 real, nunca poderemos atingir os objetivos maiores da Ordem! Enquanto estamos discutindo se o pé direito ou o esquerdo, se as colunas ‘J’ e ‘B’, se o giro de Loja, devem ser feitos assim ou assado, os Renans, Sarneys, Zés Dirceus, etc., continuarão fazendo desse País uma pocilga, e nós estaremos contribuindo com metade de nossos ganhos para sustentar essa corja, e colocando 1 real no tronco de solidariedade. Discutindo se é ‘em pé’ ou ‘de pé’, verborisando regras e mais regras gramaticais, enquanto grande parte de nossa comunidade não tem um par de sapatos para proteger seus pés. Vamos continuar discutindo se é ‘espada’ ou ‘bastão’, enquanto a chibata vibrada pelos Órgãos Legais de Espoliação da Sociedade continua produzindo Lanhos Sangrentos em nosso Couro, cada vez mais curtido por uma política escorchante e injusta.
Vamos continuar brincando de uma Nação, dentro da Nação, de Pseudos Poderes Executivos, que não podem executar nada porque não têm ‘Grana’, o vil metal, e é obrigado a viver da penosa e onerosa contribuição dos Irmãos para sobreviver, quando assistimos, e ficamos babando e batendo palmas, para a GL de New York, que seu GM ofereceu ao Prefeito um cheque de 1 milhão de dólares, para auxiliar na emergência do 11 de setembro, mas lá os Irmãos entram no Templo com ternos de qualquer cor, e em algumas GGLL até de camisas, só sendo importante o avental, e etc., etc., etc., e eu já estou ‘enchendo saco de Vocês’.
Mas vamos pensar um pouco: de que adianta um Maçom todo enfatuado, cheio de medalhas de ‘lata’ na lapela, que só tem 1 real, quando tem, para colocar no tronco?
De que adianta todos em uníssono girando corretamente, passo por passo, movimento por movimento, e quando sairmos da Loja somente trabalharmos, realmente, pela Ordem, Pátria, Sociedade e Família, 7 dias depois, girando, girando, girando, todos corretamente e pronto, acabou?
De que adianta todos repetindo palavra por palavra, sílaba por sílaba, letra por letra dentro da Loja o Ritual, e quando de lá saímos cada um fala de forma desconcertada, antagônica, e usando discursos totalmente diversos?
Gritamos em nossas Oficinas ‘Huzze’, ‘Huzze’, ‘Huzze’ (ou outro grito qualquer), cada um querendo mostrar mais vibração que o outro, e quando saímos das Lojas miamos como gatinhos, nos submetendo ao sistema, dele usufruindo os seus benefícios e fugindo, como o Diabo da Cruz, de seus castigos, mas, quando castigados, nos submetemos, sem Chiar, pois o Bom Cabrito não Berra, e espera tranqüilo a chance de virar Lobo.
Chega! Até eu já estou de saco cheio! E com uma enorme bronca do que eu não estou fazendo pela Minha Amada Ordem, me prendendo em bobagens e baboseiras, e os ‘PROFANOS’ deitando e rolando, enquanto fico deitado eternamente em berço esplêndido, com o calcanhar direito encostado na lateral posterior do pé esquerdo, as pernas retas, a mão direita, com o dedo polegar afastado formando um ângulo reto (90º para os incautos), e os demais dedos em linha reta, com o braço formando ... ... ..., parecendo um ‘boneco de manequim’, e os ‘PROFANOS’ lá fora roubando, dilapidando, enganando. E Eu, Humildemente, rogando ao GADU, fonte suprema de ... ... ..., que, eu Obreiro da Arte Real, seja protegido, sem nada fazer para obter essa proteção, que não seja rogar, rogar, rogar ... ... ... .



Eduardo G. Souza