domingo, 31 de maio de 2009

HUMOR I

Cumé qui é?

Sr. Delegado
Não culpe ninguém pela minha morte, deixei esta vida porque, dias mais que eu vivesse, acabaria morrendo louco.
Eu explico porque:
Sr. Delegado, tive a desdita de casar-me com uma viúva a qual tinha uma filha. Se eu soubesse o meu destino Sr. Delegado jamais teria casado.
Meu pai para a maior desgraça, era viúvo e quis a fatalidade que ele casasse com a filha da minha mulher.
Resultou que minha mulher tornou-se sogra do meu pai, minha enteada, ficou sendo minha mãe, e meu pai ao mesmo tempo meu genro.
Após alguns anos, minha enteada deu a luz a um menino que tornou-se meu irmão, porém; neto da minha mulher, de maneira que eu fiquei sendo avó do meu irmão.
Com o decorrer do tempo minha mulher também deu a luz um menino, que; como irmão da minha mãe, era cunhado do meu pai e tio do seu filho, passando minha mulher a ser nora da sua própria filha, e eu Sr. Delegado, fiquei sendo pai da minha mãe, irmão do meu pai e do meu filho. Minha mulher ficou sendo minha avó, já que era mãe da minha mãe. Sendo assim Sr. Delegado, acabei sendo avô de mim mesmo.
Portanto Sr. Delegado, a coisa complicou-se tanto que resolvi deserdar deste mundo.
Perdão Sr. Delegado
Após o delegado ler a carta se matou .

HUMOR II


O que os famosos escreveriam no seu respectivo túmulo se partissem dessa para a melhor?






sábado, 30 de maio de 2009

A Razão Anti-Tabágica

«AGRADECEMOS QUE NÃO FUME».
Falando por mim, não vejo nenhum problema na expressão «proibido fumar». É simples, é direta, é firme. Proibido fumar! Há perguntas? Ótimo.

Mas «agradecemos que não fume»? Em primeiro lugar é fraco. Em segundo lugar, pelo amor de Deus, estão a agradecer o quê? É como se achassem que voces estão fazendo um favor por não se ajudarem a ter um cancro no pulmão. Se eu tivesse de tentar desencorajar as pessoas de fumar, a minha placa seria ligeiramente diferente. Até era capaz de ir longe demais na direção oposta. A minha placa diria qualquer coisa como: «Fume, se quiser. Mas se fumar prepare-se para isto: primeiro vamos confiscar-lhe o cigarro e apagá-lo algures na sua pele. Depois vamos enfiar os seus dedos manchados de nicotina numa trituradora de papel e atirá-los para a rua, onde cãos vadios vão comê-los e regurgitá-los para os esgotos para que as ratazanas possam ocupar-se deles antes de serem despejados para o mar com o resto da imundície da cidade. Depois disto vamos procurar os seus familiares e amigos, e dar cabo das vidas deles». Não gostariam de ver uma placa assim? Aposto que muitos fumadores pensariam duas vezes antes de acender o cigarro perto de um placa destas. É preciso sermos diretos. «Agradecemos que não fume» é pura e simplemente embaraçoso. Acho que toda esta linguagem simpática e eufemística é mais um sinal de que cada vez mais o nosso país não sabe a quantas anda.

O Tabaco envelhece...mantenha-se jovem e com uma boa pele.


Por que não pode fumar?

Sem sombra de dúvida, o melhor texto de placa que já li num restaurante. Vi outras placas, com exatamente o mesmo texto, nas paredes de um dos melhores hospitais de tratamento de câncer do Brasil.



Nota 10 de redação. Dispensa comentários.

Utilidade Pública - Tabagismo

http://www.elpais.com/graficos/sociedad/Enfermedades/provocadas/tabaco/elpgra/20060111elpepusoc_1/Ges/




A fumaça do cigarro esconde uma história nebulosa, desde seu início, nos idos de 1500 até as primeiras comprovações científicas do mal que causava, já nos anos 50. Muitos anos se passaram sem que esta face oculta fosse mostrada e para preservar a imagem e os lucros da indústria do tabaco.
Campanhas de propaganda dos anos 30 até os anos 50 exaltavam os poderes do cigarro e tinham até médicos fumando, como prova de saúde e bem estar. A mais conhecida é a dos cigarros Camel, que estampava a figura de um simpático senhor vestido de jaleco branco e uma frase que hoje soaria assustadora: “Médicos fumam mais Camel do que outros cigarros”.

Os primeiros relatos de mudança desta atitude datam de 1950, quando alguns autores citaram em trabalhos científicos uma maior incidência de câncer de pulmão nos fumantes, quando comparado aos não fumantes. Estes dados não foram valorizados e, ao contrário, foram escondidos pelos poderosos empresários do tabaco, com a ajuda de Hollywood, onde as melhores cenas eram sempre rodadas sob nuvens de fumaça. Cawboys corajosos, homens audaciosos e mulheres irresistíveis eram as mensagens subliminares enviadas da capital do cinema. Poder , saúde, sedução, glamour e aventura eram mensagens que acompanhavam as imagens exaltando o fumo. Até mesmo os filmes dirigidos às crianças e desenhos animados tinham no cigarro um importante coadjuvante.

Mas, pouco a pouco, este cenário foi se modificando, com o aumento de relatos científicos relacionando o tabaco não apenas ao câncer mas a outros inúmeros malefícios à saúde. A indústria não tardou a reagir, veiculando de forma massiva na mídia, mensagens positivas que exploravam o prazer embutido no ato de fumar.Na década de 90, a luta anti-tabágica conquistou mais adeptos e obteve uma grande vitória quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o tabagismo como doença e alvo de atenção de médicos e profissionais de saúde. Ao mesmo tempo, houve efetivamente uma a tomada de consciência da sociedade em relação aos malefícios do fumo.

Desde então, as evidências do contra ataque ao fumo se acumulam:
- Tabagismo é doença.
- Fumar não agride apenas ao fumante, mas todos que convivem ao seu lado, ou seja, configurando os malefícios do tabagismo passivo.
- Fumar é causa de morte: dados do INCA apontam para cerca de 2000 mortes anuais no Brasil em conseqüência do cigarro.- O tabaco provoca doenças de forma direta (enfisema, bronquite crônica, câncer, infarto do miocárdio, derrames cerebrais) assim como agrava doenças (asma, doenças respiratórias, alergias), prejudica a gestação, aumenta o risco de úlceras e gastrites, doenças vasculares, catarata, altera fertilidade e potência sexual, entre outras situações nada agradáveis. No Brasil, 90% dos casos de câncer de pulmão estão associados ao tabagismo.

No entanto, mesmo com tudo isso, calcula-se hoje que cerca de 1/3 da população mundial adulta é fumante, o que chega a um número impressionante que ultrapassa 1 bilhão de pessoas. O cigarro ainda é a maior causa de morte evitável,

Fumo zero

Veja estes dados e decida se vale a pena fumar:
O cigarro contém cerca de 5.000 elementos diferentes e não apenas o alcatrão e a nicotina como indica a propaganda. E, mesmo que assim fosse, já seria suficiente para causar problemas, já que o alcatrão é composto por substâncias capazes de provocar câncer (como o arsênico e o níquel) e que a nicotina é a responsável pelo vício e pela vontade de fumar. Um cigarro aceso tem “uma brasa numa ponta e um escravo na outra!”.
Como se não bastasse, a fumaça ainda contém resíduos de agrotóxicos, substâncias radioativas (carbono 14 e polônio), metais pesados (cádmio, cromo). Segundo pesquisas do Departamento de Radioproteção Ambiental do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), as marcas de cigarro mais vendidas no Brasil contêm chumbo e polônio radioativos.
Citam-se ainda um número significativo de elementos irritantes aos olhos, nariz, garganta e aparelho respiratório, responsáveis por quadros de alergia e infecções respiratórias, tanto em fumadores como nos fumantes passivos.


sexta-feira, 29 de maio de 2009

HUMOR

PIADA DE BODE
Cumpadi Zé
Priciso ti contá essa historia. Tava eu noite dessas, procurando uma loja prá comprá o seu presente de natal, quando encontrei um predião, tudo aceso, cheio de gente. Eta turma boa.
Perguntei: - Aqui é loja de pedreiros? Invés de resposta foi só abraço. Descobriram que sou mecânico, porque todo mundo perguntava onde ficava minha oficina. Lojona bonita, com quadros, tapetes, ventiladores, até livro de visitantes precisava assina. Gozado que com aquele calorão doido eles não tinham termômetro e queriam saber quantos graus tava fazendo. Devia tá mais de 30, estão "carquei" la no livrão: 33. Acho que acertei na mosca porquetodo mundo me abraçava bastante. Depois todo mundo entrou pro salão onde tava as mercadorias. Tinha cuié di pedreiro, prumo, nível, esquadro, alavanca, compasso, régua, até pedra tinha. Tinha também umas mesa e cadeiras que não acabava mais. Umas dessas mesa tava com o tampo solto porque os caras pegaram uns martelinhos e começaram a bater. Até a porta estava empenada porque um sujeito começou a bater com um espeto. Depois imaginei que um individuo lá era cego. Perguntou onde tinha acento o fulano... onde tinha assento o cicrano... porque queria saber que horas eram... citado! E teve um espírito de porco que falo que era meio-dia em ponto e o outro coitado acreditou. Depois acabou indo outros sujeitos perto dele e um deles reclamou de um tal de Arão que fez um estrago com oleo. Disse que derramou na cabeça, na barba e ainda no vestido de uma Dona Orla. Confirmei que o cara era cego porque ele falou Qua a loja estava aberta e então olhei pra porta e vi que tava fechada. Nessa hora notei que até lá você era conhecido. Sentiram sua falta e começaram a perguntar "E o Zé ? E o Zé ? E o Zé ? "Depois, aguentei um tempão um sujeito fala umas baboseiras que não entendi nada e até que enfim mandaram faze as propostas. Veio outro sujeito recolher as proposta com um saquinho e então mandei a minha: dava 10 contos naquela corda pindurada lá em cima toda enroscada. Sabe? O cara tava na verdade "se fazendo de cego". Ele leu minha proposta. Acho que fui "minheca" demais. Eles inventaram que tava chovendo, que tinha goteira e acabaram me pondo pra fora. Tá certo. Era justo. Era perfeito. Mas bem que podiam Ter feito uma contra proposta.

Pensando bem. . .

Ingrato


Ingrato é quem nega o benefício recebido; ingrato é quem o dissimula; mais ingrato é quem não o retribui e ingratíssimo é quem o esquece"

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A Tolerância

A nossa Sublime ordem exige dos seus Iniciados o cumprimento de sérios deveres e enormes sacrifícios.
A Maçonaria proclama nos seus princípios gerais "que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um".
A nossa Sublime ordem proclama a TOLERÂNCIA entre os seus Iniciados.
O vocábulo TOLERAR não significa apenas ser indulgente, ser condescendente, ser transigente, ser permissivo, mas acima de tudo significa saber suportar.
No mundo atual, praticar a tolerância a cada dia exige muito de nós, pois a conturbação social e a pressão psicológica exercida sobre o homem, torna-o mais que nunca exigente, imprudente, agressivo e até inconsequente.
É nesse contexto que tolerar assume importância fundamental entre os homens.
Se o profano se sente desobrigado de praticar a tolerância, o Maçom não: TOLERAR É UM DEVER. Este princípio está intrinsecamente ligado a um dos fins supremo da Sublime Ordem: A FRATERNIDADE
O Salmo 133 da Bíblia Sagrada é o elogio da concórdia e união fraterna, quando diz: "Ó quão bom e quão suave é que os Irmãos vivam em união! É como o óleo precioso, derramado sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce sobre a orla de suas vestes, É como orvalho do Hermon, que desce sobre o monte de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre".
A cada dia, nós Maçons temos por obrigação exercitar a prática da tolerância, o que facilita de sobremaneira todo o relacionamento entre os Irmãos, ampliando o espírito fraterno que existe no seio da nossa entidade milenar.
A partir da Iniciação o Maçon é uma pessoa diferenciada, porque se abrem as portas da verdadeira amizade. A fraternidade que passa a existir entre os Irmãos é a exteriorização concreta da felicidade de ser Maçon.
A tolerância do Maçon não pode se limitar apenas ao relacionamento com o próximo. Há que ter também paciência no desenvolvimento das etapas, que permite o crescimento e o progresso individual em todos os aspectos.
Não é fácil ser Maçon; relacionar-se exige paciência e tolerância, fazer progresso na Maçonaria exige muito mais.
Entrar na Maçonaria é uma coisa, fazer progressos na ordem é outra. Manter-se motivado é fundamental para o crescimento interior do Obreiro, o que lhe dá um prazer imensurável de ser Maçon.
Não raramente, Iniciados deixam a Instituição logo após o seu ingresso. A verdade é que esses Irmãos não buscam a LUZ, pelo que assim, não conseguem ver o seu brilho e muito menos descobrir a sua direção. Para os que buscam o crescimento, o caminho é longo, contínuo e às vezes áspero - é preciso perseverar.
No seio da Ordem, é necessário querer progredir, tolerar, estudar, buscar a verdade para que haja a transformação do homem que renasceu para o mundo.
O homem profano perde-se nas solicitações mundanas. O consumismo, a falta de interiorização deixa-o esquecido de si mesmo. A sua convivência com os vícios, acaba por fazê-lo infeliz. Nessa alienação passa a buscar a felicidade fora de si mesmo, nas drogas, no fanatismo religioso e tudo o mais que foge à própria pessoa, numa fuga do seu mundo vazio. A Maçonaria é o oposto de tudo isso, daí a dificuldade em buscar o crescimento no seu seio.
Acostumados que fomos à vida profana, às vezes perdidos na busca de objetivos vãos, encontramos dificuldades para alcançar a plenitude Maçônica. É por isso que alguns desistem. Contudo, o estudo contínuo propicia o aperfeiçoamento, pois através dele há uma constante evolução de conhecimentos.
A Iniciação de novos valores fortalece cada vez mais a nossa Instituição, porque vêm somar forças para a construção da sua grande obra - O BEM DA HUMANIDADE.

Adaptado de Autor Desconhecido